Poder Judiciário
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO

Apelação Cível Nº 0002689-62.2002.4.02.5106/RJ

RELATOR: Desembargador Federal FIRLY NASCIMENTO FILHO

RELATÓRIO

Trata-se de apelação cível, interposta pela UNIÃO/FAZENDA NACIONAL (evento 125, 1ª instância), objetivando a reforma da r. sentença que julgou extinta a presente execução fiscal, em trâmite na 12ª Vara de Execução Fiscal do Rio de Janeiro, proposta em face de PADARIA E LANCHONETE RAMALHAL LTDA., e de C. A. F., em razão da prescrição intercorrente, com base no art. 40, §4º da Lei nº 6.830/80 e art. 487, II, do CPC (evento 122, 1ª instância).

Sustenta a União, resumidamente, que o feito não foi arquivado conforme dispõe o art. 40 da Lei nº 6.830/80, tendo em vista que da data do arquivamento, em 09/04/2018 até a data da sentença extintiva não decorreu prazo superior aos 6 anos (prazo de um ano de suspensão mais o prazo de cinco anos de arquivamento) exigidos no aludido ato normativo. Em decorrência disso, deveria o processo seguir seu curso normal, em observância ao disposto pelo art. 204 do CTN e não ser extinto.

Requer o provimento da apelação para fins de ser anulada a sentença e dado prosseguimento à execução.

É o relatório.

Peço inclusão em pauta.

VOTO

Cuida-se de apelação cível, interposta pela UNIÃO/FAZENDA NACIONAL, objetivando a reforma da r. sentença que julgou extinta a presente ação executiva, em razão do implemento da prescrição intercorrente.

Trata-se de cobrança de créditos no valor de R$ 18.603,67, atualizado em 09/2002. A ação foi ajuizada em 25/11/2002 e o despacho citatório proferido em 08/01/2003.

Conforme se verifica pelos atos praticados, em 10/03/2003 foi certificada, pelo Sr. Oficial de Justiça, a  não localização da empresa executada (que já havia encerrado suas atividades) e nem de seu representante legal. A União foi intimada da diligência infrutífera, em 04/07/2003.

Decisão proferida em 10/05/2006 determinou a inclusão no polo passivo e a citação do sócio-gerente da empresa executada. O Sr. Oficial de Justiça certificou, em 20/06/2006, que não encontrou o sócio-gerente no endereço fornecido. Foi determinada a suspensão da execução, nos termos do art. 40 da Lei nº 6.830/80, em 16/08/2006.  A União foi intimada, em 24/08/2006.

Foi deferida a citação por edital, que foi expedido em 28/03/2008.  Em 13/05/2008, foi certificada a ausência de manifestação à citação editalícia. Foi proferida decisão, em 24/06/2009, determinando o bloqueio, por meio do sistema Bacenjud, de contas bancárias de titularidade dos executados. A tentativa de bloqueio de valores foi infrutífera. Intimada em 21/05/2010, a União requereu a suspensão do processo para fins de efetuar diligências tendentes a localizar bens penhoráveis de propriedade dos executados, o que foi deferido por decisão proferida em 15/09/2011.

Em 21/03/2014 e em 07/03/2016, foi determinado que a União se manifestasse acerca de eventual adesão dos executados a programas de parcelamento ou quaisquer outras causas aptas a interromper ou suspender o curso da prescrição.  Em 09/04/2018, foi determinada a suspensão do processo, nos termos previstos no art. 40 da Lei nº 6.830/80, que foi efetuada em 09/04/2018.  Em 08/10/2019, foi prolatada sentença de extinção do processo pela prescrição intercorrente.

Conforme visto pelo trâmite processual e atos jurisdicionais praticados, não assiste razão à recorrente.

De acordo com a tese firmada no REsp nº 1.340.553/RS, não há necessidade de prolação de decisão judicial para o início da contagem do prazo de suspensão (de um ano), a teor do disposto nos §§ 1º e 2º do artigo 40, Lei nº 6.830/80, definindo como marco inicial do referido prazo a data de ciência da Fazenda Pública a respeito da não localização do devedor ou da não localização de bens passíveis de constrição; superado tal prazo, inicia-se automaticamente a contagem do prazo de 05 (cinco) anos da prescrição intercorrente, sendo certo que eventuais petições apresentadas pela Fazenda Pública requerendo dilação de prazo para localização do devedor e/ou bens e sua devida penhora (sem que haja a sua efetivação) não são suficientes para interromper a contagem do prazo prescricional, após o que deverá ser extinta a execução fiscal.

Para melhor compreensão da questão, transcrevo a ementa do referido recurso repetitivo:

RECURSO ESPECIAL REPETITIVO. ARTS. 1.036 E SEGUINTES DO CPC/2015 (ART. 543-C, DO CPC/1973). PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. SISTEMÁTICA PARA A CONTAGEM DA PRESCRIÇÃO INTERCORRENTE (PRESCRIÇÃO APÓS A PROPOSITURA DA AÇÃO) PREVISTA NO ART. 40 E PARÁGRAFOS DA LEI DE EXECUÇÃO FISCAL (LEI N. 6.830/80).

1. O espírito do art. 40, da Lei n. 6.830/80 é o de que nenhuma execução fiscal já ajuizada poderá permanecer eternamente nos escaninhos do Poder Judiciário ou da Procuradoria Fazendária encarregada da execução das respectivas dívidas fiscais.

2. Não havendo a citação de qualquer devedor por qualquer meio válido e/ou não sendo encontrados bens sobre os quais possa recair a penhora (o que permitiria o fim da inércia processual), inicia-se automaticamente o procedimento previsto no art. 40 da Lei n. 6.830/80, e respectivo prazo, ao fim do qual restará prescrito o crédito fiscal. Esse o teor da Súmula n. 314/STJ: "Em execução fiscal, não localizados bens penhoráveis, suspende-se o processo por um ano, findo o qual se inicia o prazo da prescrição qüinqüenal intercorrente".

3. Nem o Juiz e nem a Procuradoria da Fazenda Pública são os senhores do termo inicial do prazo de 1 (um) ano de suspensão previsto no caput, do art. 40, da LEF, somente a lei o é (ordena o art. 40: "[...] o juiz suspenderá [...]"). Não cabe ao Juiz ou à Procuradoria a escolha do melhor momento para o seu início. No primeiro momento em que constatada a não localização do devedor e/ou ausência de bens pelo oficial de justiça e intimada a Fazenda Pública, inicia-se automaticamente o prazo de suspensão, na forma do art. 40, caput, da LEF. Indiferente aqui, portanto, o fato de existir petição da Fazenda Pública requerendo a suspensão do feito por 30, 60, 90 ou 120 dias a fim de realizar diligências, sem pedir a suspensão do feito pelo art. 40, da LEF. Esses pedidos não encontram amparo fora do art. 40 da LEF que limita a suspensão a 1 (um) ano. Também indiferente o fato de que o Juiz, ao intimar a Fazenda Pública, não tenha expressamente feito menção à suspensão do art. 40, da LEF. O que importa para a aplicação da lei é que a Fazenda Pública tenha tomado ciência da inexistência de bens penhoráveis no endereço fornecido e/ou da não localização do devedor. Isso é o suficiente para inaugurar o prazo, ex lege.

4. Teses julgadas para efeito dos arts. 1.036 e seguintes do CPC/2015 (art. 543-C, do CPC/1973):

4.1.) O prazo de 1 (um) ano de suspensão do processo e do respectivo prazo prescricional previsto no art. 40, §§ 1º e 2º da Lei n. 6.830/80 - LEF tem início automaticamente na data da ciência da Fazenda Pública a respeito da não localização do devedor ou da inexistência de bens penhoráveis no endereço fornecido, havendo, sem prejuízo dessa contagem automática, o dever de o magistrado declarar ter ocorrido a suspensão da execução;

4.1.1.) Sem prejuízo do disposto no item 4.1., nos casos de execução fiscal para cobrança de dívida ativa de natureza tributária (cujo despacho ordenador da citação tenha sido proferido antes da vigência da Lei Complementar n. 118/2005), depois da citação válida, ainda que editalícia, logo após a primeira tentativa infrutífera de localização de bens penhoráveis, o Juiz declarará suspensa a execução.

4.1.2.) Sem prejuízo do disposto no item 4.1., em se tratando de execução fiscal para cobrança de dívida ativa de natureza tributária (cujo despacho ordenador da citação tenha sido proferido na vigência da Lei Complementar n. 118/2005) e de qualquer dívida ativa de natureza não tributária, logo após a primeira tentativa frustrada de citação do devedor ou de localização de bens penhoráveis, o Juiz declarará suspensa a execução.

4.2.) Havendo ou não petição da Fazenda Pública e havendo ou não pronuciamento judicial nesse sentido, findo o prazo de 1 (um) ano de suspensão inicia-se automaticamente o prazo prescricional aplicável (de acordo com a natureza do crédito exequendo) durante o qual o processo deveria estar arquivado sem baixa na distribuição, na forma do art. 40, §§ 2º, 3º e 4º da Lei n. 6.830/80 - LEF, findo o qual o Juiz, depois de ouvida a Fazenda Pública, poderá, de ofício, reconhecer a prescrição intercorrente e decretá-la de imediato;

4.3.) A efetiva constrição patrimonial e a efetiva citação (ainda que por edital) são aptas a interromper o curso da prescrição intercorrente, não bastando para tal o mero peticionamento em juízo, requerendo, v.g., a feitura da penhora sobre ativos financeiros ou sobre outros bens. Os requerimentos feitos pelo exequente, dentro da soma do prazo máximo de 1 (um) ano de suspensão mais o prazo de prescrição aplicável (de acordo com a natureza do crédito exequendo) deverão ser processados, ainda que para além da soma desses dois prazos, pois, citados (ainda que por edital) os devedores e penhorados os bens, a qualquer tempo – mesmo depois de escoados os referidos prazos –, considera-se interrompida a prescrição intercorrente, retroativamente, na data do protocolo da petição que requereu a providência frutífera.

4.4.) A Fazenda Pública, em sua primeira oportunidade de falar nos autos (art. 245 do CPC/73, correspondente ao art. 278 do CPC/2015), ao alegar nulidade pela falta de qualquer intimação dentro do procedimento do art. 40 da LEF, deverá demonstrar o prejuízo que sofreu (exceto a falta da intimação que constitui o termo inicial - 4.1., onde o prejuízo é presumido), por exemplo, deverá demonstrar a ocorrência de qualquer causa interruptiva ou suspensiva da prescrição.

4.5.) O magistrado, ao reconhecer a prescrição intercorrente, deverá fundamentar o ato judicial por meio da delimitação dos marcos legais que foram aplicados na contagem do respectivo prazo, inclusive quanto ao período em que a execução ficou suspensa.

5. Recurso especial não provido. Acórdão submetido ao regime dos arts. 1.036 e seguintes do CPC/2015 (art. 543-C, do CPC/1973). Grifos nossos.

Também de acordo com a tese fixada pelo STJ, conclui-se que a intimação que se mostra essencial, cuja ausência encerra prejuízo presumido à exequente, é aquela que informa a Fazenda da não localização do devedor ou de bens sobre os quais possa recair a penhora, na forma do art. 40, caput, da Lei nº 6.830/80.

No caso, essa intimação, considerada imprescindível pelo julgado repetitivo, foi efetivamente realizada em 24/08/2006, quando a União tomou ciência da não localização do sócio-gerente da empresa executada (em 04/07/2003 ela já havia sido informada da não localização da própria empresa), sendo que esse é o marco inicial para a contagem do prazo prescricional, de acordo com o recurso repetitivo descrito acima. Assim, a partir desta data iniciou-se a contagem de 1 (um) ano de suspensão do processo e, após o decurso desse prazo, teve início o interregno de 5 (cinco) anos em que o processo ficou arquivado sem baixa. Nesses termos, em 24/08/2012, restou prescrito o débito aqui cobrado, sendo que a sentença extintiva foi prolatada bem após essa data (em 08/10/2019).

Ressalte-se que não influem nessa contagem as diversas decisões concedendo a suspensão e posterior arquivamento do feito e nem mesmo que este tenha sido determinado expressamente pelo magistrado. O que importa mesmo para a contagem do prazo prescricional é a ciência da União acerca da não localização dos devedores ou bens passíveis de constrição.

Conforme o julgamento repetitivo, apenas a efetiva constrição patrimonial e a efetiva citação são aptas a interromper o curso da prescrição intercorrente, não bastando para tal o mero peticionamento em juízo, requerendo a feitura da penhora sobre ativos financeiros ou sobre outros bens.

Não houve eficácia nas diversas tentativas realizadas para viabilizar o prosseguimento da execução, no sentido de obter a constrição de bens ou ativos financeiros passíveis de penhora, tendo sido infrutíferas todas as diligências realizadas.

Dessa forma, analisando-se o caso concreto, conclui-se não ter havido incompatibilidade da sentença recorrida, que reconheceu a prescrição intercorrente, em relação às teses fixadas pelo Superior Tribunal de Justiça no REsp nº 1.340.553/RS.

Diante do exposto, voto no sentido de negar provimento à apelação.



Documento eletrônico assinado por FIRLY NASCIMENTO FILHO, Desembargador Federal Relator, na forma do artigo 1º, inciso III, da Lei 11.419, de 19 de dezembro de 2006 e Resolução TRF 2ª Região nº 17, de 26 de março de 2018. A conferência da autenticidade do documento está disponível no endereço eletrônico https://eproc.trf2.jus.br, mediante o preenchimento do código verificador 20001795044v4 e do código CRC da7e96e3.

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Apelação Cível Nº 0002689-62.2002.4.02.5106/RJ

RELATOR: Desembargador Federal FIRLY NASCIMENTO FILHO

EMENTA

EXECUÇÃO FISCAL. APELAÇÃO. PRESCRIÇÃO INTERCORRENTE. RESP. Nº 1.340.553/RS. APLICABILIDADE. CUMPRIMENTO DAS DETERMINAÇÕES CONTIDAS NO ART. 40 DA LEI Nº 6.830/80. SENTENÇA MANTIDA. APELAÇÃO DESPROVIDA.

1 - Trata-se de apelação cível, interposta pela UNIÃO/FAZENDA NACIONAL, objetivando a reforma da r. sentença que julgou extinta a presente ação executiva, em razão do implemento da prescrição intercorrente.

2 - Conforme se verifica pelos atos praticados, em 10/03/2003 foi certificada, pelo Sr. Oficial de Justiça, a  não localização da empresa executada (que já havia encerrado suas atividades) e nem de seu representante legal. A União foi intimada da diligência infrutífera, em 04/07/2003.

3 - Decisão proferida em 10/05/2006 determinou a inclusão no polo passivo e a citação do sócio-gerente da empresa executada. O Sr. Oficial de Justiça certificou, em 20/06/2006, que não encontrou o sócio-gerente no endereço fornecido. Foi determinada a suspensão da execução, nos termos do art. 40 da Lei nº 6.830/80, em 16/08/2006.  A União foi intimada, em 24/08/2006.

4 - Em 21/03/2014 e em 07/03/2016, foi determinado que a União se manifestasse acerca de eventual adesão dos executados a programas de parcelamento ou quaisquer outras causas aptas a interromper ou suspender o curso da prescrição.  Em 09/04/2018, foi determinada a suspensão do processo, nos termos previstos no art. 40 da Lei nº 6.830/80, que foi efetuada em 09/04/2018.  Em 08/10/2019, foi prolatada sentença de extinção do processo pela prescrição intercorrente.

5 - De acordo com a tese firmada no REsp nº 1.340.553/RS, não há necessidade de prolação de decisão judicial para o início da contagem do prazo de suspensão (de um ano), a teor do disposto nos §§ 1º e 2º do artigo 40, Lei nº 6.830/80, definindo como marco inicial do referido prazo a data de ciência da Fazenda Pública a respeito da não localização do devedor ou da não localização de bens passíveis de constrição; superado tal prazo, inicia-se automaticamente a contagem do prazo de 05 (cinco) anos da prescrição intercorrente, sendo certo que eventuais petições apresentadas pela Fazenda Pública requerendo dilação de prazo para localização do devedor e/ou bens e sua devida penhora (sem que haja a sua efetivação) não são suficientes para interromper a contagem do prazo prescricional, após o que deverá ser extinta a execução fiscal.

6 - Também de acordo com a tese fixada pelo STJ, conclui-se que a intimação que se mostra essencial, cuja ausência encerra prejuízo presumido à exequente, é aquela que informa a Fazenda da não localização do devedor ou de bens sobre os quais possa recair a penhora, na forma do art. 40, caput, da Lei nº 6.830/80. Essa intimação, considerada imprescindível pelo julgado repetitivo, foi efetivamente realizada em 24/08/2006, quando a União tomou ciência da não localização do sócio-gerente da empresa executada (em 04/07/2003 ela já havia sido informada da não localização da própria empresa), sendo que esse é o marco inicial para a contagem do prazo prescricional, de acordo com o recurso repetitivo descrito acima. Assim, a partir desta data iniciou-se a contagem de 1 (um) ano de suspensão do processo e, após o decurso desse prazo, teve início o interregno de 5 (cinco) anos em que o processo ficou arquivado sem baixa. Nesses termos, em 24/08/2012, restou prescrito o débito aqui cobrado, sendo que a sentença extintiva foi prolatada bem após essa data (em 08/10/2019).

7 - Ressalte-se que não influem nessa contagem as diversas decisões concedendo a suspensão e posterior arquivamento do feito e nem mesmo que este tenha sido determinado expressamente pelo magistrado. O que importa mesmo para a contagem do prazo prescricional é a ciência da União acerca da não localização dos devedores ou bens passíveis de constrição.

8 - Não houve eficácia nas diversas tentativas realizadas para viabilizar o prosseguimento da execução, no sentido de obter a constrição de bens ou ativos financeiros passíveis de penhora, tendo sido infrutíferas todas as diligências realizadas.  Conclui-se, assim, não ter havido incompatibilidade da sentença recorrida, que reconheceu a prescrição intercorrente, em relação às teses fixadas pelo Superior Tribunal de Justiça no REsp nº 1.340.553/RS.

9 – Apelação desprovida.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, a Egrégia 4a. Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região decidiu, por unanimidade, negar provimento à apelação, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Rio de Janeiro, 25 de março de 2024.



Documento eletrônico assinado por FIRLY NASCIMENTO FILHO, Desembargador Federal Relator, na forma do artigo 1º, inciso III, da Lei 11.419, de 19 de dezembro de 2006 e Resolução TRF 2ª Região nº 17, de 26 de março de 2018. A conferência da autenticidade do documento está disponível no endereço eletrônico https://eproc.trf2.jus.br, mediante o preenchimento do código verificador 20001798403v3 e do código CRC 4eb9b1a1.

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Extrato de Ata
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Tribunal Regional Federal da 2ª Região

EXTRATO DE ATA DA SESSÃO NOVA SESSÃO VIRTUAL DE 19/03/2024 A 25/03/2024

Apelação Cível Nº 0002689-62.2002.4.02.5106/RJ

RELATOR: Desembargador Federal FIRLY NASCIMENTO FILHO

PRESIDENTE: Desembargador Federal LUIZ ANTONIO SOARES

Certifico que este processo foi incluído na Pauta da Sessão Nova Sessão virtual, realizada no período de 19/03/2024, às 13:00, a 25/03/2024, às 23:59, na sequência 120, disponibilizada no DE de 08/03/2024.

Certifico que a 4a. TURMA ESPECIALIZADA, ao apreciar os autos do processo em epígrafe, proferiu a seguinte decisão:

A 4A. TURMA ESPECIALIZADA DECIDIU, POR UNANIMIDADE, NEGAR PROVIMENTO À APELAÇÃO.

RELATOR DO ACÓRDÃO: Desembargador Federal FIRLY NASCIMENTO FILHO

Votante: Desembargador Federal FIRLY NASCIMENTO FILHO

Votante: Desembargador Federal ALBERTO NOGUEIRA JUNIOR

Votante: Desembargador Federal LUIZ ANTONIO SOARES

EDILTON LOPES SOARES

Secretário



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